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Com cozinha aberta e ambiente tranquilo, o serviço é eficaz e tem o seu momento na altura das sobremesas, com o “kinder joy”, um doce com leite condensado, chocolate e avelã que se apresenta numa taça em forma de ovo Kinder. Nas entradas, há amêijoas à Bulhão Pato ou gambinhas ao alho. Ainda mais quando se apresentam com clássicos da nossa gastronomia, sem nomes de peso na cozinha.
Com os olhos postos no futuro, o Europarque, com a sua nova imagem, pretende conferir modernidade, juventude e elegância, ao equipamento e sua envolvente, esta última preponderante para a coexistência harmoniosa com os clientes empresariais que utilizam diariamente este espaço para as suas próprias ações de marca, produto e serviços. Desta forma, promove e atrai a Santa Maria da Feira, ao Norte de Portugal e ao País, novos investimentos e players empresariais, das mais diversas áreas de negócios, potenciando a capacidade empreendedora dos que neste espaço pretendam mostrar, promover e dinamizar as suas marcas e instituições. A Feira dos Peludos, Feira de Velharias, Antiguidades e Colecionismo de Espinho, acontece no primeiro Domingo do mês no espaço da feira semanal (entre as ruas 29 e 33, pelo menos aqui não há que enganar, estejas onde estiveres em Espinho e sabes como chegar à rua 33).
José Avillez abriu-o ao lado do Belcanto, que é onde está a génese do Encanto – isto é, a cenoura com esfera de azeitona e leite de pinhão, que se foi destacando entre pratos de carne e de peixe. No Duro de Matar, há tacos, mas não levam carne de vaca. Se tivermos de deixar aqui escritos alguns dos nossos pratos preferidos, somos obrigados a dizer a massada de peixe e o polvo à lagareiro, embora os grelhados sejam sempre uma aposta segura, quer de carne, quer de peixe. Os croquetes fritos na hora são obrigatórios, seja como entrada ou como prato, com arroz de tomate. Numa mesa onde o produto é rei, a simplicidade da matéria-prima serve de base a outros experimentos – sejam eles com sabores do mundo, ou com as últimas técnicas culinárias.
Cada detalhe da natureza registado com paixão.
Aberto só ao almoço, serve pratos de massa simples e bem feitos, das lasanhas a conchigliones com ricota e pistáchio, e tem sempre docinhos bons no final, a preços justos, como sejam a panacota e o tiramisù. A carta é farta, tem umas trinta entradas fixas, mais meia dúzia de pratos de cada dia, quase só grelha e tacho. O receituário pode ser simples e caseiro, mas o primor da confecção e o combate ao desperdício estão sempre presentes, tal como o chef de serviço.
Se não quiser escolher, entregue-se nas mãos de quem sabe, Elísio Bernardes, e descubra o peixe à sua medida em nove momentos. Há dois menus de degustação, um de cinco e outro de oito momentos, com os produtos do mar em grande destaque. Já por lá se provou muamba, moqueca, caril, tom yum, mas também caldeirada ou coentrada. Com mais de 100 lugares, entre a elegante sala, o balcão e uma esplanada interior, o serviço é exemplar.
- A acompanhar a carne, pratinhos como o Brás de cogumelos, o puré de trufa, as batatas de dupla fritura ou o esparregado.
- Cumprindo a micro-sazonalidade dos produtos, a carta muda com frequência e inclui, sempre que possível, peixes pouco habituais às nossas mesas.
- Com a cozinha ao centro, balcão ao redor, está tudo à vista neste elegante e discreto restaurante da chef, que aqui cruza sabores tradicionais portugueses, as suas memórias, com o gosto internacional.
Esse novo momento também é marcado pela construção da nova sede da instituição, que contará com espaços de inovação, pesquisa e o Museu da Imprensa Oficial do Espírito Santo, preservando a memória e conectando tradição e futuro. Desde então, a instituição tornou-se responsável por registrar e divulgar os atos oficiais dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, consolidando-se como um dos principais instrumentos de transparência pública do Estado. A história da Imprensa Oficial do Espírito Santo começou em 23 de maio de 1890, com a circulação da primeira edição do Diário Oficial do Estado. As repartições que prestam serviços essenciais seguirão em regime de plantão, garantindo a continuidade do atendimento à população. Mas é na figura enigmática de Dona Leonor Teles que se adensa o drama desta história. Muitas vezes se ouviu falar desta terra devido à sua importante história que a liga com o ciclismo a nível nacional e internacional.